Luiz Gustavo Guimarães - Curso de Oratória, Consultorias e Palestras

Fui Treinado por Roberto Shinyashiki e este conselho foi sensacional

Em algumas situações, esperamos o momento “ideal” para agir ou nos limitamos pelo medo de errar.

Por Luiz Gustavo Guimarães dia em Blog

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Se lembra de algumas situações que você preferiu deixar pra depois, imaginando estar mais seguro, mas este dia não chegou? Ou já evitou fazer algo, com medo de não ser reconhecido?

Bom, estou aqui para compartilhar o que aprendi há poucos anos, mesmo já trabalhando como comunicador, que poderá também lhe auxiliar nas apresentações.

Vamos lá, em 2015, fiz o curso chamado “Negócio de Palestras”, de Roberto Shinyashiki (que dispensa apresentações), a única coisa que posso dizer é que desde o início de minha carreira, um profissional de referência.

Busquei este curso, pois precisava aprender algumas técnicas que ainda não dominava e nada melhor do que buscar com aqueles que já chegaram onde eu pretendo estar, isso serve pra qualquer tipo de profissão ou desenvolvimento pessoal.

Fui treinado por Roberto Shinyashiki e este conselho foi sensacional

Cada um de nós, ao longo de nossas carreiras se vê em algum momento estagnado, sem muita evolução e no português claro, em nossa zona de conforto e aí, percebendo isso, podemos decidir melhorar e foi o que fiz.

Eu também, por algumas vezes me perguntava, será que este é o “melhor momento” para fazer isso ou aquilo, como talvez você se pergunte também, uma inquietação comum para muitas pessoas. Mas no meu caso, a dúvida mais frequente não era com relação aos treinamentos, aulas, exposições ao público, apresentações de humor, nada disso, a minha principal indagação estava relacionada à publicação de vídeos. Vou explicar.

Eu já trabalho como comunicador desde 2006 e com o tempo, fui errando em certos momentos, aprendendo em outros (ah claro, aprendendo até hoje, parece clichê, mas uma verdade), cativando pessoas, multiplicando conteúdo, auxiliando outras e claro, “colecionando” alguns feedbacks positivos de certas pessoas, dizendo o quanto meu trabalho havia lhe ajudado e vez ou outra alguém me perguntava se eu não poderia gravar vídeos e colocar na internet, e embora eu achasse uma boa, muitas vezes pensava que poderia não ter tanto reconhecimento, poderia ter “poucas curtidas” e talvez isso não fosse legal, então, eu não fazia.

Com o passar do tempo, isso começou a me incomodar, porque eu queria fazer os vídeos, buscava até auxílio de outros profissionais pela internet que já disponibilizavam seus conteúdos, pois achava que eu também poderia ajudar outros profissionais com o uso da tecnologia.

Bom, precisava te passar primeiro esta situação que eu vivia, pra você entender porque o conselho que recebi no treinamento de Roberto Shinyashiki, foi sensacional pra mim. De tantas informações, dicas, aulas, macetes, conteúdos e técnicas que aprendi e ainda me ajudam muito, o seu conselho foi o seguinte:

“Quando penso em escrever um livro, não estou pensando se ele se tornará ou não um Best-Seller. Penso em 5 pessoas que eu conheço que poderiam gostar daquele tema ou que eu poderia ajudar, escrevendo sobre aquilo”. (Roberto Shinyashiki)

E foi aí que uma “ficha caiu” pra mim. Não fazia sentido mais eu pensar se teria ou não inúmeras curtidas, não precisava me importar se meu vídeo seria visto por milhares de pessoas ou se eu seria reconhecido pela quantidade de compartilhamentos, mas ali, naquele momento, uma das minhas crenças limitantes foi embora de vez. Se eu já recebia reconhecimento das pessoas que viam o meu trabalho presencialmente, algo que sempre me alegrou, auxiliar no desenvolvimento do próximo, então eu poderia sim, pensar em auxiliar apenas mais 5 pessoas, por vídeo, ou quem sabe até menos.

Uma pessoa, apenas uma pessoa que aprendeu algo comigo, que eu pude impactar por vídeo, porque mora longe, porque não teria como chegar a tempo de uma palestra, que de repente não teria condições financeiras para pagar um curso ou uma aula, que tem sua vida com horários tão corridos ou mesmo, diferentes dos meus, enfim, quando comecei a perceber que eu poderia ser útil a mais uma pessoa, já é motivo mais do que suficiente para eu ligar a câmera e gravar.

Tenho certeza que uma ou mais pessoas à sua volta melhora(m) o seu dia e de outras pessoas com pequenas atitudes, mas você não a(s) admira porque ela(s) faz(em) para se aparecer, não pensa(m) em multidões, apenas age(m), faz(em) o que precisa ser feito, se permite(m) ajudar ou outros, coloca(m) sua(s) ideia(s) em prática, mas pensando em atingir uma pessoa de cada vez, cada um com aquilo que necessita.

Então, para concluir o raciocínio te faço a seguinte proposta: Se permita fazer algo para mais uma pessoa. Antes do reconhecimento do seu chefe, pense em quem está ao seu lado e pode se beneficiar com suas atitudes. É possível que você tenha uma grande ideia e só não a colocou em prática ainda, porque pensa demais nos outros e nem tanto em quem de fato vai se alegrar com ela. Se está pensando o “melhor momento”, deixe disso, começa agora, estou certo que já ouviu esta frase em algum lugar. É como aquele regime que a gente jura que vai começar na segunda-feira, mas ela nunca chega, rs...

Fico por aqui, e até a próxima. Abraço e sucesso.

Mais textos como este, fique aqui no blog (www.luizgustavoguimaraes.com)

Minha sugestão é que leia agora: "Assisti a palestra de Patch Adams e entendi porque o amor contagia."

 

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