Luiz Gustavo Guimarães - Curso de Oratória, Consultorias e Palestras

O que você fala, não interessa!

Muitos pensam que comunicação é o que se fala. Hoje te mostrarei o que é se comunicar de verdade e atingir outra(s) pessoa(s).

Por Luiz Gustavo Guimarães dia em Blog

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Me responda rápido:

Já sentiu rejeição por parte da plateia quando precisou falar em público?

E numa conversa, já se incomodou ao falar com a pessoa que não parava de olhar no celular?

Olá, sou Gustavo Guimarães e meu intuito aqui é esclarecer porque a nossa fala, pouco importa e mostrar como ter uma comunicação de impacto.

Há algum tempo, vi uma pesquisa sobre comunicação e comportamento humano, mas não apenas uma vez, várias. Livros, revistas, artigos, palestrantes e escritores já comentavam quando entrei pra área de treinamentos, em 2006 (e imagino que muito antes disso também), que se a fala não é responsável por todo o processo comunicativo, e sim, um pequeno pedaço do mesmo.

Nesta pesquisa, aponta-se que aquilo que verbalizamos, ou seja, que falamos, representa apenas 7% do que queremos comunicar ao próximo, se por exemplo, uma mulher chega toda carinhosa para o marido e diz: “Benhê, sabe de uma coisa? Te amo.” – E na sequência o maridão responde como um cavalo: “Tá bom, também te amo, depois do jogo a gente conversa.” – É óbvio que ela não vai gostar, é certo que terão uma “DR” depois, rs, e o porquê é simples, o tom de voz dele, foi totalmente diferente nesta situação, embora a fala tenha sido praticamente a mesma, a forma não foi.

Sendo assim, vamos ao segundo ponto para entender a comunicação, o seu tom de voz é responsável por 38% da mesma. Mas somando estas duas partes, chegamos à 45%, em outras palavras, fala e tom de voz, não são nem a metade do que vamos expor aos outros. Então que tal saber o que talvez tem te prejudicado muito até hoje e você ainda não percebeu hein?!rs

Antes, vamos retornar a pergunta lá do início do texto, sobre se incomodar quando fala com alguém que insiste em mexer no celular e não te olha nos olhos. É bem provável que a sua resposta tenha sido sim, normalmente nos incomodamos e muito, quando isso acontece, pois esta pessoa não conhece a importância do terceiro item da comunicação, composto por gestos, postura e expressão corporal, que representam 55% do processo. Não adianta você dizer uma coisa, quando todo o seu corpo reflete o contrário, neste exemplo que citei é claro que a pessoa está muito mais interessada no telefone, do que em você.

E agora que já sabe destes 3 componentes e da relevância de cada um, tente perceber se em suas apresentações em público, você não tem repetido o que a maioria faz, de se preocupar apenas com a fala, algumas pessoas ao conduzirem uma reunião ou apresentarem um trabalho, vão na frente da sala e usam o mesmo tom de voz que uma conversa, tá errado. Não estou dizendo para gritar, mas uma coisa meio óbvia, você usa um tom para quem está a sua frente à menos de um metro, como em todas as conversas da sua vida, ok. Outra coisa é falar sabendo que tem alguém numa cadeira à 5 metros ou mais de distância, não faz sentido usar o mesmo tom. Assim como entender que para mais pessoas, maiores os gestos, mais atenção à sua postura e expressão corporal, porque é o que mais vai impactar aos ouvintes.

Por fim, tenho certeza que se atentando à estas três partes, não só as suas conversas, como suas interações em público terão um resultado muito melhor e certamente sentirá que mais pessoas te observam com admiração.

Fico por aqui, e caso queira mais dicas como estas, preparei um e-book (Fale em Público já), totalmente gratuito que pode baixar clicando neste link.

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Sou Gustavo Guimarães, abraço e boas apresentações.

Leia outros assuntos relavantes no blog. Minha sugestão para agora é: "2 maneiras de puxarem assunto com você"

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