Luiz Gustavo Guimarães - Curso de Oratória, Consultorias e Palestras

Cuidado! 3 atitudes que destroem a sua fala.

Sua apresentação possui 3 etapas, início, meio e fim. Veja como manter a atenção do público em cada nível e não errar como a maioria.

Por Luiz Gustavo Guimarães dia em Blog

Cuidado! 3 atitudes que destroem a sua fala.
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Você provavelmente já se apresentou em público e ficou com o receio de errar, correto?

Também é possível que já tenha perdido o interesse, durante a fala de alguém?

Pois bem, tudo muito normal até aqui. Duas situações bem rotineiras a qualquer mortal, mas e se pudermos aprender com isso? Que tal minimizarmos nossos erros com o que já fizemos ou com o que notamos dos outros?

Algumas pessoas, se preocupam demais apenas com o assunto que será passado ao grupo, mas deixam de lado, algo importante, como postura, modo de falar, atitudes quando as coisas saem do planejado e conclusão, por exemplo.

Vou apresentar três atitudes que podem destruir todo o seu conteúdo, durante sua fala perante o público, então, preste bastante atenção e a partir de hoje, se comprometa a evitar tais erros, logo se sentirá mais seguro e passará a se preocupar com outros pontos de sua oratória para cativar seus ouvintes.

O INÍCIO - neste momento, alguns profissionais, querendo afastar a insegurança de se expor, procurando deixar o clima amistoso e agradável, optam em contar um piada, ou se propoem a contar uma "historinha engraçada" e claro, que a intenção é muito boa, porém o risco é enorme. Se der certo, maravilha, mas muitas vezes, não é isso que acontece, as pessoas ainda não estão preparadas ou não entendem e aí, o "preço" é muito caro, ou seja as pessoas passam a te olhar de uma outra maneira, como se fosse "alguém querendo ser engraçado", o que vai gerar desconfiança com o conteúdo que irá abordar na sequência, em outras palavras, será mais difícil te levarem a sério. 

Não estou dizendo para não fazer isso em nenhum momento, claro que todos gostam de rir ou de um exemplo leve e bem humorado, mas primeiro, conheça o público, seja simpático, agradável e carismático e, com o passar do tempo, sentindo-se seguro e tranquilo, aí sim, é ideal que faça isso, até porque se não der certo, tudo bem, "era só um exemplo", as pessoas vão entender e mesmo que não achem graça do que falou, você já começou com tranquilidade, passando segurança e conteúdo, o que significa que neste momento, não irá gerar desconfiança ao público sobre a sua capacidade, pois você já terá construído isso.

O MEIO - Durante nossas explicações ou falas, dependendo do tempo ou das pessoas presentes, é possível que a conversa vá para outro assunto. Por exemplo, eu moro num condomínio, de tempos em tempos, temos assembléias para decidir o que será feito ou sobre as novidades e ja sabemos o conteúdo da pauta, até aí tudo bem, mas é muito comum, algum dos condôminos "puxar" um assunto que não faz sentido, ou de seu próprio interesse, ou ainda, algo que já foi discutido no último encontro, pois bem, normalmente estes assuntos ficam para o final, mas quando eles surgem no "meio", a maioria do público presente, fica incomodada, pois não é a hora, ou seja, se aquele que tiver conduzindo a reunião não tomar uma atitude, a reunião perde o foco. 

E é sobre isso que quero falar, é seu dever manter o tema do conteúdo, se as pessoas mudarem de assunto, mesmo que "pareça agradável", como por exemplo, contarem piadas, falarem de viagens bacanas ou pensarem na próxima confraternização, enfim, se atente e retome o foco, caso contrário, vai passar o tempo e você que está a frente vai precisar "correr" com o assunto e talvez, deixar de passar um conteúdo importante aos presentes e caso isso aconteça, as pessoas dirão que a reunião não foi produtiva ou que você não abordou o tema direito.

O FIM - Já vi muita gente, mesmo insegura, falar muito bem, dar o recado e conduzir a apresentação de maneira amistosa e eficaz. Entenda, raramente você terminará sua fala com a sensação de ter sido 100% eficiente, sempre temos o que melhorar. Mas o problema é que a boa parte das pessoas não acredita que fez uma boa apresentação, na verdade, não acreditam sequer que foram razoáveis, se cobram demais e pensam que o que disseram não foi nada bom e aí, pra "amenizar" este sentimento, ao final dizem algo do tipo:

"Então, é isso."

Tal comentário, é como se fosse um pedido de desculpas, é como se tudo o que foi falado não tivesse importância ou ainda, que você não se preparou tão bem e aquilo foi o melhor que conseguiu.

Vamos lá, como disse acima, claro que sempre podemos melhorar. Uma coisa é, se você não se preparou, nem deveria fazer uma apresentação, como já falei em outros artigos, vídeos ou e-book, mas se você planejou, estudou, falou o que deveria, não termine com este tipo de comentário. Talvez você ainda esteja inseguro, o que é perfeitamente natural, a segurança virá com mais treinos, mais apresentações, mais estudos, em outras palavras, virá com a prática. Apenas conclua o seu raciocínio e se for necessário, peça o feedback para uma ou mais pessoas, mas não diga algo deste tipo, pois só prejudica o seu trabalho.

Bom, estou certo que seguindo estas dicas e tomando cuidado com cada etapa de sua oratória, poderá conduzir melhores reuniões, lidar melhor com sua equipe, liderar de maneira segura e se apresentar com mais eficiência ao grupo.

Fico por aqui e lhe desejo boas falas.

Fique no blog e veja outros artigos para aprimorar sua comunicação em grupo. Sugiro agora que leia: "Fui treinado por Roberto Shinyashiki e este conselho foi sensacional."

E para falar melhor em público, preparei este e-book que você pode baixar agora gratuitamente: "Fale em Público já!".

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